Porque vale mais a pena rir do que chorar:
Bem-vindo à ilha de "Lost"
Ou com legendas em "protuguêis" 
Não, obrigado.
SAP: "Sinuca"
Só faltou o "Ai-Pode"
Exclusivo para cliente condecorados
Faz sentido. Se seguir em frente, você corre o risco de ficar desempregado. Se der meia volta, pode virar presidente da república.
Nos sabores manga, graviola e maracujá.
Não critiquem o hotel pela desconfiança. Pelo nível do aviso, que tipo de hóspede vocês acham que eles têm por lá?
Asterisco
'O índice de analfabetismo cai em ritmo mais lento que em outros países latino-americanos'
As campanhas de alfabetização, ao estilo do Programa Alfabetização Solidária, na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, ou o Brasil Alfabetizado, na de Luiz Inácio Lula da Silva, têm frustrado expectativas: o índice de analfabetismo no País continua caindo em ritmo mais lento do que em outros países latino-americanos.
Em 2007, o índice de analfabetismo entre pessoas com 15 anos no Brasil chegou a 10%, o correspondente a 14 milhões de pessoas, o que nos deixa na segunda pior posição do subcontinente.
Felizmente, a atual gestão do governo federal foi exigente com a avaliação das próprias políticas. Um conjunto de estudos empreendidos pelo MEC evidenciaram que uma dificuldade importante dos programas de alfabetização é a focalização do público alvo: cerca de 40% dos participantes do Brasil Alfabetizado já iniciam o curso sabendo ler e escrever e os que entram de fato analfabetos não chegam a se alfabetizar nos oito meses de duração do programa. Isso explica porque, nas Pesquisas Nacional por Amostra de Domicílios, em torno de 60% das pessoas cuja escolaridade se limita a um curso desse tipo continua se declarando analfabeta.
Além das dificuldades de atender ao segmento social mais excluído, onde se concentra o problema do analfabetismo absoluto, o País enfrenta o analfabetismo funcional. Segundo o INAF, indicador baseado no teste direto de habilidades, dos brasileiros entre 15 e 54 anos, apenas 28% têm um nível de alfabetismo pleno (esperado para o final do ensino obrigatório).
Diante de tantas evidências, é hora de radicalizar as mudanças de enfoque das políticas. É preciso apostar mais no papel alfabetizador da escola, fazendo campanhas para que as redes municipais ampliem o atendimento na Educação para Jovens e Adultos (EJA), onde se pode alfabetizar com flexibilidade curricular. Paralelamente, é preciso investir maciçamente na educação popular, na formação de agentes comunitários ou nas iniciativas de economia solidária, de modo a concretizar também para os mais pobres a necessidade e o desejo de aprender mais para ter uma vida melhor.
Fonte: Estadão - Aliás

OI Ana,
ResponderExcluirParabéns pelo blog. Está bem variado e atual...
Cá entre nós, essas placas são realmente para rir e ...chorar!
Bjs,
Cristiane (Geo)